Atendimento domiciliar é realizado por acadêmicos de Fisioterapia da Facimed

Atendimento domiciliar é realizado por acadêmicos de Fisioterapia da Facimed

Após os procedimentos, os acadêmicos levam os casos para serem discutidos em sala de aula

Por meio da disciplina de Fisioterapia na Saúde Familiar e Indígena, acadêmicos do 6º e 7º período da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal (Facimed) vão até as casas de pacientes que necessitam de atendimentos fisioterápicos. Através do mapeamento feito por acadêmicos de Medicina da instituição sob a orientação da professora Mariana Lima e Agentes da Saúde do município, os estudantes de Fisioterapia são informados sobre os locais da cidade onde há mais necessidade de atendimento. As visitas são realizadas sempre aos sábados. “Na oportunidade os estudantes realizam avaliação, tratamentos e orientações aos pacientes e suas famílias. Com um trabalho efetivo do Fisioterapeuta na saúde da família é possível reduzir a demanda hospitalar, através de ações sobre patologias passíveis de controle na área de atenção básica”, ressaltou um dos professores responsáveis pela ação, Jaime Andrade.

Depois do atendimento prático, os acadêmicos levam os casos para serem discutidos em sala de aula. “Durante a semana eles fazem as anotações de como foram os tratamentos e fazemos discussões em cima das nossas atividades, a teoria é muito baseada na nossa prática”, explicou Heriton Antônio, professor responsável pela ação.

Além dos atendimentos domiciliares na cidade, os acadêmicos viverão também a experiência de visitar uma aldeia na região junto com estudantes de Medicina, conhecendo a cultura e a importância de cuidar da saúde desses povos. “A gente sempre recebe os pacientes na Clínica Escola da Facimed, onde há todo um recurso, atender essas pessoas em casa ou em outro local que não seja a clínica é algo desafiador, além é claro, de muito gratificante, atendemos idosos com dificuldades de locomoção e cadeirantes que dificilmente saem de casa, melhorar a saúde dessas pessoas já faz parte da nossa vida enquanto acadêmicos”, disse a estudante do 7º período Karine Mendes.