Facimed oferece oficinas para professores da instituição

Foram abordados temas sobre o entendimento conceitual e prático dos futuros processos de autorização de cursos

Tendo em vista encontro ocorrido em Brasília no mês de março sobre os novos instrumentos de avaliação institucional e de cursos, do qual participou o Procurador Institucional, Prof. Me. Fernando Jorge, a Facimed resolveu adiantar-se nas discussões e orientações levadas a efeito pela Coordenadora Pedagógica, Profª. Me. Rosana Nunes, contemplando as Coordenações de Cursos e Núcleos Docentes Estruturantes com uma série de oficinas temáticas durante o mês de abril, para o entendimento conceitual e prático dos futuros processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação a abrir ou já mantidos pela Instituição.

Durante as oficinas foram discutidas as dimensões pertinentes aos cursos de graduação e respectivos indicadores, fundamentais para a elaboração ou adequação dos Projetos Pedagógicos. Os novos instrumentos de avaliação e a nova legislação de regulação e supervisão abrem um caminho sem volta para as Instituições de Ensino Superior, dando a entender que o MEC dá o norte de um novo paradigma de gestão para as IES, em busca do acompanhamento permanente da qualidade.

Paralelamente e para alavancagem na melhoria da qualidade e, consequentemente, dos resultados, sejam eles em processos de gestão ou acadêmicos, a inovação é considerada essencial para que as IES sobrevivam e evoluam dentro do novo contexto cultural, das relações sociais e de mundo de trabalho do século XXI, tornando-se assim melhores naquilo que praticam. Além disso, fazer melhor o que existe (dentro da IES/Curso), de forma a alcançar melhores resultados em múltiplas frentes e usando tecnologias, processos e pessoas que tragam novas ações que sejam destinadas a obter o máximo de qualidade conforme os critérios de análise dos instrumentos.

“No total foram 20 horas de oficinas, mas estas capacitações ainda continuam, numa corrente de inclusão de todo o corpo docente institucional”, contou Rosana Nunes, coordenadora pedagógica e uma das instrutoras da oficina.

Todos os órgãos institucionais devem compreender e interagir aprendendo, comprometendo-se e dedicando-se à reflexão e ao saber fazer.  “As oficinas têm como objetivo maior o cumprimento da legislação federal do ensino superior no campo da legalidade e a continuação da aprendizagem com qualidade, requisitos peculiares a faculdade”, destacou Fernando Jorge.